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Treinamento é coisa séria!
Após a Maratona de São Paulo, a empolgação tomou conta de mim e quando o Rafa falou da corrida Beach Cross 30Km Peruíbe/Itanhaém, tratei de fazer a minha inscrição e a Helen, que adora um desafio, também resolveu encarar.
Para ela que pretende fazer sua primeira Maratona em 2011, seria um teste perfeito. Além disso, estaríamos em férias e uniríamos o ótimo ao agradável. Reservamos o hotel, e ficamos muito felizes quando soubemos que o Arnaldo e a Andréa também iriam.
Bem, após duas semanas resfriados, eu com dor no joelho e problemas "intestinais" e portanto com um volume de treinos bem inferior ao habitual, partimos para Peruíbe na segunda-feira, 19 de julho, com toda a parafernalha que um corredor costuma levar, as recomendações alimentares da Marita e com dois treinos bem leves na planilha, pois a Adriana achou melhor não forçarmos devido à baixa imunológica que tivemos e o meu joelho.
Tudo perfeito, praia, sol, alguns "abusinhos" alimentares etc. Ali por quinta-feira, comecei a ficar meio pensativo na prova e, confesso, um pouco desmotivado. Porém, no sábado, com a expectativa da chegada do Arnaldo e da Andréa, retomei a motivação. O clima de corrida estava chegando e tudo, apesar da chuva, voltou a ficar azul.
No domingo, como se pode ver no depoimento da Helen, fui acordado por engano às 5 horas da manhã. Esclarecido o horário, voltei a dormir e no horário correto levantamos, tomamos café e fomos para o local da largada. Perto de 200 participantes. Largada no horário e fomos nós. Já no primeiro Km, verificamos um erro de 10% na distância entre os GPSs e a marcação da organização, o que previa uma prova de uns 33Km, e que se confirmou. Fomos num ritmo confortável de 5:30 por Km até por volta da metade da prova. Mas, como não existe milagre e meu treino não havia sido tão disciplinado como para a Maratona, aconteceu o inevitável, por volta do Km 21, quebrei pra valer. Falei para o Arnaldo, que estava melhor, ir em frente.
Ele resistiu um pouco ( companheiro é companheiro ), mas por minha insistência, seguiu com um outro corredor que ia com a gente. Eu parti para o plano B, segui apreciando a paisagem, andando e correndo como desse. Foi muito sofrido.
Lembrei dos treinos para a Maratona, quando o volume semanal chegou a mais de 80Km e conclui que treinamento é coisa séria. E eu, por diversas razões não havia treinado o suficiente e havia abusado na alimentação, mais do que o recomendado.
Terminei a prova no ritmo passos de bebê, com 3h34min. Encontrei o Arnaldo, que chegou meia hora antes, dei os parabéns e quando estava recobrando a consciência, vejo a agitação do meu filho, e constato que a Helen e a Andréa estavam chegando, 7 minutos depois de mim.
Fiquei muito orgulho com estas duas guerreiras e emocionado com o primeiro pódio da Helen. Mais um troféu para família Wolf.
Quanto a mim, vou treinar mais para a próxima.
Sergio Wolf, 47 anos, Maratonista, Cirurgião-Dentista, Pai e Marido orgulhoso.

Agradeço a Deus por me dar saúde e oportunidades como esta, louvo a Ele pela vida, pela família e pelos amigos que tenho. Alguns agradecimentos especiais: ao Sergio que me trouxe para a corrida, que sempre me incentiva , a Andrea pela companhia nos longos e em especial por esta prova onde sua presença foi fundamental para que eu conseguisse terminar os 33,22 km correndo o tempo todo. Também agradeço a Adriana pelos treinos bem elaborados e pelo cuidado que teve comigo durante o período de preparação para esta corrida e a Marita que vem cuidando da minha nutrição.
Peruíbe, 25 de Julho de 2010.
O despertador toca. Pulo da cama. Vou ao banheiro. Coloco o top, o frequencímetro, Micropor, passo filtro solar, repelente, gel no cabelo, óleo Johnsons e creme nos pés. Visto shorts e as meias. Estou pronta e ansiosa. Olho para o relógio 5:00h .O quê? Tiro o frequencímetro o boné e volto a dormir. Ainda tem duas horas para o relógio despertar de verdade. Estou ansiosa de uma maneira que nunca estive. 30 k será que dou conta? Relógio toca , me arrumo, tomo a Glucerna, os pães, a fruta , os aminoácidos ,tudo direitinho. Oro a Deus agradeço a oportunidade e peço Sua proteção.
Vou para a largada, dou um beijo no Sergio, um alô para o Arnaldo e fico perto da Andréa. Meu coração acelera. Ligo o GPS, localizando satélite... Iniciar cronometra... Começo a correr. Correr na areia, olhando para o mar, dia lindo... Sensação maravilhosa... Novamente agradeço a Deus.
Primeiros 12k agradáveis, tranqüilos, passada solta, ritmo confortável, na areia, o mar, a conversa com a Andréa. Quilometro 12 até mais o menos o 18, o percurso entra num bairro, fico longe do mar, ruas com lama, mato, trechos com entulhos, lugar quente, feio, diminuo o ritmo, cadê a água? Cadê o mar? Sofro neste trecho, cansaço, tosse e respiração ofegante, quero o mar. Falo para a Andrea: “O que eu estou fazendo aqui?! O que eu fui inventar!” Andrea ri.
Posto de hidratação na saída do bairro, o Gatorade geladíssimo perfeito, volto para a areia do mar... O mar e a brisa... Delícia... Agora sim... volto a respirar mais tranqüila, o pulmão melhorou.... Corro... Corro... A praia nunca termina. Completo 25 K, falo para a Andrea: “to arrepiada... agora cada passo é um recorde”. Andrea me dá parabéns... Corro... Minhas coxas começam a ficar pesada, o cansaço agora é muscular... O Garmim marca 30 k, mas ainda tenho que correr mais 3,22Km. O percurso é na verdade de 33,22 K. Corro... Diminuo o ritmo, meus joelhos começam a doer... Eles nunca doeram assim, mas eu nunca corri tanto assim, minhas pernas estão pesadas, no km 32 começo a sentir minha panturrilha pular, oro para não ter câimbra, falta tão pouco... Continuo a correr, estou chegando, quando passo pelo tapete meus queridos me esperam, o Sergio, meu pai, minha mãe, meus filhos e amigos da corrida. O Sergio me abraça me dá parabéns, disse que estava orgulhoso, se emocionou e eu também. O cansaço sumiu, estou feliz! Consegui! E para fechar subo pela primeira vez no pódio. Legal! Até a próxima.
Helen Betune Wolf, 38, mãe, atleta e psicóloga.

É! CONSEGUI!!! Não foi fácil, foi muito duro. Começou há 6 meses, quando a Adriana me contou que o Sérgio e o Arnaldo tinham decidido inciar os treinos. Meu espírito competitivo me empurrou para essa empreitada. Nesses 6 meses, precisei mudar toda a rotina da minha vida.
Mudei os horarios do consultório e dos outros treinos.
Tentava dormir mais cedo, porque acordava cada vez mais cedo para dar conta dos treinos cada vez mais longos. Dormia na hora do almoço, planilhas de dieta, visitas freqüentes ao fisioterapeuta, natação na piscina gelada p soltar a musculatura....Quantos treinos cheguei antes das 5:30h, passava a turma das 6h, das 7h, eu ali...na 6ª feira o ritual de confirmar o treino por email, preparar a comida, a roupa.
A alegria de encontrar o pessoal para mais um longão absurdo..
"Correr não é divertido, é perfeito"
E o grande dia chegou, com uma ansiedade absurda. Iniciei com o pessoal dos 25km, e nos divertimos muito nos primeiros 10 km, fizemos uma festa.
Depois, cada um começou a focar no seu objetivo. Completei 25km com a Helen, minha companheira de longões.
E como nos treinos, a vi chegando num sprint final junto com o Gustavo, eu contunuei.
Agora, estava sozinha e faltavam 17km que calculei em 2h (faço 18km em mais ou menos 1h:50min). Pensei no Arnaldo e no Sérgio que deviam estar 30 minutos na minha frente.
Muita gente andando, mancando, massageando os quadrícips; não tinha em quem me espelhar.
Fui me fechando, eu ia chegar, não duvidei disso em nenhum momento.
Fui mantendo meu corpo, atenção nas passadas, na postura, respiração...Cada km comemorava, me parabenizando...Cuidava da sede (intensa no final), da fome, dos enjôo, a distenção abdomial (terrível)..32...35..37...e 38, vimos a marcação dos 38 km no início da prova, eu estava passando agora por essa marca depois de 3h, me deu um ânimo...a subida dos 39km....Rafael e Priscila gritando meu nome e acenando no km 41...Vi a camiseta azul da R4H da Adriana, muitos braços acenando, gritos com o meu nome.
Cheguei, não acreditava, tinha conseguido. Me senti uma heroína, uma "Fidípides"( Fidípides, atleta soldado, escalado para correr de Marathônas à Athenas, situada à 42km para levar a notícia da vitória aos athenienses, conseguiu dizer apenas "vencemos" e caiu morto).
Foi uma experiência emocionante, sofrida além do limite, mas me sinto uma vitoriosa por ter realizado um feito tão grandioso.
Quero agradecer a Adriana, por ter acreditado e levado a gente a essa realização.
Agradeço a todos os amigos, minha familia, treinadores e profissionais que me acompanharam nesses meses e me deram tanta força naquele domingo, senti a presença de vocês em muitos momentos.
Parabenizo meus dois companheiros Sérgio e Arnaldo sempre incansáveis, sempre com motivação, CONSEGUIMOS!!!.Helen minha companheira de longões, sempre me incentivando a continuar mais 15, 20 km.
E agora? Quero mais, afinal é tão difícil, que preciso repetir isso até ficar facil, depois...ultras?
PS: As frases acima são de Dean Karnazes, ultramaratonista.
Andrea Maziero, 41 anos, médica, mãe e Maratonista.

Como todo corredor que se preze, eu sou insaciável por corrida!
31 de maio de 2009, após minhas duas primeiras Meias Maratonas, resolvi fazer os 25Km da 15ª Maratona Internacional de São Paulo.
Terminei a corrida de modo razoável, peguei o ônibus da organização, com uma baita cãibra na hora de subir os degraus, e fui para o Ibirapuera encontrar a equipe e esperar a chegada do Marcel, único que ousou encarar os 42,2Km.
Presenciei várias chegadas emocionantes, desde sprints até corredores "pulando amarelinha", por ter-lhes restado apenas uma perna com capacidade de movimento; outros andando e alguns parando e alongando a panturrilha "travada". Esperávamos o Marcel por volta das 4h de prova.
Com 4h14 vejo o Marcel se aproximando, com uma fisionomia que mesclava orgulho, emoção e muita fadiga. Veio-me um tremendo nó na garganta e não contive as lágrimas, que mesmo agora, recordando, tento conter para que elas não pinguem no papel, isto é no teclado.
Foi uma das coisas mais emocionantes que já presenciei em corridas. Como sou muito mais emoção do que razão, decidi: - "Vou fazer a 16ª Maratona Internacional de São Paulo em 2010"! A minha treinadora, Adriana, recebeu a notícia com a alegria de sempre e deu a maior força, dizendo apenas que os treinos teriam que ser levados à sério.
Quando recebi a primeira planilha, que incluía a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro em 06 de setembro, além de muitos longos de 22, 25 28 e 30Km, sem contar os treinos insanos de velocidade, o lado da razão falou bem alto: - "LASCOU"!!! Bem como sou muito teimoso, engoli a seco e comecei o preparo sem dar um "piu".
Foram longos meses de treinos, parando apenas duas semanas; a do Natal e do Ano Novo, que me dei o direito, embora a planilha acusasse treinos nestes dias. A etapa final foi uma planilha de 23 semanas muito duras e nas últimas três semanas inclui um preparo psicológico com leituras interessantes sobre maratonas.
Bem, chegou o grande dia. Largada às 8h58, tempo bom, calor mas com uma brisa agradável e muita sombra no percurso. É um percurso difícil, devido as muitas subidas, mas fomos lá, eu e o Arnaldo, meu parceiro de longos e da maratona, enfrentamos os primeiros 27 Km do percurso, com certa tranqüilidade. Lá pelo Km 28, começaram as dores, mas fomos controlado e só fomos comentar à respeito no Km 36.
Tivemos que reduzir o ritmo, pois a musculatura começava a fibrilar e ameaçava dar câimbra. O Arnaldo estava melhor do que eu mas não quis me deixar para trás e me incentivou até o fim. No Km 41 começamos a reagir e ignorar as dores, aumentando de novo o ritmo até cruzarmos emocionados a linha de chegada com 4h12.
Foi uma experiência maravilhosa, que nunca mais vamos esquecer. A sensação de missão cumprida, de vitória, faz tudo valer a pena. E como insaciável por corrida, já estou planejando a próxima maratona, Maratona de Brasília 2011, se Deus quiser!
Sergio Wolf, 46 anos - dentista.

Relatos e impressões de alunos sobre a Corrida do Clima.
Marciliana Correa - Psicóloga (coaching).
Fiquei muito satisfeita com o meu desempenho. Fiz
exatamento o tempo que tinha me proposto a fazer e quase o tempo que o
Vitor tinha sugerido.
Além disso gostei muito do nível das palestras dadas pelo Jean e pelos
demais parceiros da R4H, isso mais uma vez valida o qualidade do
trabalho que vcs tem oferecido e a confiança que tenho no trabalho na
R4H.
Durante a corrida pude notar, que muitas pessoas do grupo tiverem
ótima participação. Fiquei impressionada com a quantidade de pessoas
caminhando a partir do primeiro quilometro, enquanto as do grupo
continuavam correndo.
Queria também parabenizar a você e ao Vitor por terem corrido. Imagino
o quanto deve ter sido complicado cuidar da organização da barraca,
recepção, orientação e ainda participar da corrida.
Vcs não precisavam, mas é legal saber que vcs correm e ve-los correndo conosco.
Muito obrigada,
Marciliana
Emanuelle Simas (eng. Química)
7º lugar na Corrida do Clima - categoria Geral feminino.
Estamos todos de parabéns pq a dedicação nos treinos é nossa; minha na execução, sua e do Vitor no planejamento deles. E sobretudo, há tbm o estímulo diário que recebo de vcs, que tanto incentiva, a mim e a todos os outros alunos da equipe.
Parabéns p nós!
Manu
Décio Jr. (jornalista)
Quando terminei a prova, a primeira pessoa que vi foi o Vitor, na linha de chegada, tirando uma foto minha. Logo depois fui encontrando outras pessoas do grupo: Sérgio, Naja, Gerusa, Rafael, Manu e outros. A cada um fiz questão de perguntar se havia ido bem, se conseguiu terminar e, particularmente, vibrei com eles quando via a resposta de satisfação.
Isso porque sempre imaginei a corrida como um esporte individual, e é. Mas desde que entrei para a R4H percebi que é um esporte individual que ser pratica coletivamente.
O espiríto de equipe está vivo nos treinos, nas provas e nas confraternizações diárias. E foi vivendo esse espírito e assistindo, às vezes de forma discreta, a superação de cada um, que passei a ser motivado também a superar os meus limites.
Não foi fácil voltar aos treinos e principalmente completar uma prova depois de dois anos e algumas contusõe. Foi emocionante.
Obrigado especial ao Vitor que pega no meu pé, a Adriana pelas dicas e a cada parceiro da equipe da R4H. Cada um de vocês me serve de inspiração diária para que eu possa estar novamente a ativa!
E que venha os 10k da Maratona internacional de São Paulo.
Andrea Maziero (médica dermatologista)
Depois de 10 dias sem correr, devido à uma lesão no tornozelo na fase final dos treinos para a Maratona, correr esses 6 km num dia lindo como domingo, é uma felicidade imensurável. Correr, poder correr e sem dor.
Hélio Cardoso (médico cardiologista)
Há exatos 1ano e quatro meses comecei a treinar com a Equipe R4H, jamais me vi correndo e, graças à motivação de vocês professores e dos novos amigos que fiz no grupo, vi que isto era possível. Treinar com método, estabelecendo metas para a próxima prova faz a gente progredir no esporte, e sempre querer atingir metas ainda maiores. É muito legal!!!!
A Corrida do Clima foi a minha terceira participação em provas de rua, mais uma vez a satisfação foi enorme, primeiro em participar, segundo por chegar(independente de classificação) e por último por baixar o tempo que havia sido programado para a prova. O reencontro no final, onde todos ficam felizes com o simples fato de haver terminado a prova é um momento especial.
Eu só tenho a agradecer o carinho e atenção recebida de toda a Equipe R4H.
Maria Edna T. Nunes (eng. agrônoma)
Embora não tenha corrido, mas participado da caminhada, quis enviar também meu depoimento. Para dizer de como foi muito bom estar lá e, principalmente, para parabenizar vocês pelo profissionalismo. Fiquei impressionada de ver você e o Victor correndo. Sim, porque sinceramente não esperava. Afinal, eu pensava, vocês tinham tanto o que pensar e organizar antes e durante a corrida, que só este lado "administrativo" já seria muito.
Mas não, vocês correram e mesmo assim tudo foi perfeito: a preocupação com cada um, o incentivo, o aconchego ao final da prova.
Enfim: da mesma forma que sinto a cada dia de treino, vocês mantiveram o clima gostoso da equipe: a brincadeira, os sorrisos, ao mesmo tempo sempre preocupados em saber como cada um sentiu a prova, como cada um estava. E lembrando, naquele momento, de particularidades de cada um. Isso foi mesmo demais! Fiquei por ali, na tenda, observando e confirmando minha excelente escolha em participar da equipe R4H, deixando de lado a vida sedentária, no final de novembro passado.
Ainda não foi minha primeira corrida, mas ela virá, certamente. Até porque o clima realmente é uma delícia e o incetivo não foi apenas dos treinadores: muitos dos colegas me viam e vinham dizer: "Aí! Primeira prova!!! Como foi???". E continuavam a incentivar quando eu (confesso que até envergonhada...) dizia que tinha apenas caminhado. Davam logo a resposta: "mas é isso aí, na próxima você estará correndo". Muito gostoso!!!
Não posso deixar de dizer também sobre a qualidade das palestras ministradas pelos parceiros e colegas da R4H, no dia anterior. Excelente nível, muito elucidativas, muito didáticas! Valeu muito!!!
E, pelo que ouvi dos colegas e de você, Adriana, os corredores da equipe foram muito bem! Então, quero também deixar meus parabéns a todos!!!!
Aproveito para enviar em anexo uma foto que tiramos.
Walter Oliveira (eng. civil)
Comecei a treinar junto à equipe em agosto de 2009. Meu objetivo principal era obter condicionamento físico pois, estava ficando sem fôlego para as peladas semanais. Pois bem, nestes 8 meses de equipe lá se foram 11kg (sem regimes) e meu colesterol baixou de 234 para 162 (medido há 3 semanas). Tenho muito a agradecer à equipe e em especial à Adriana.
Com relação à corrida dei o máximo possível, tanto é que terminei a corrida com ânsia e fui direto me apoiar na grade. Segundo a Adriana isso é dar o máximo. Os treinos nos finais de semana, na UFSCar e Dahma, foram essenciais para melhoria do meu tempo, de 5:45/km nos treinos para 4:42/km na corrida. E que venha a próxima!
Obrigado.

Gostei até muito do meu desempenho, pois não tenho 03 meses de treino , primeira vez e fiz o percurso em 38min e 42 segs.
Parabéns também aos nossos treinadores.
Beijos
Rê
Empresária do ramo de Seguros.

Minha meta em 2008 era correr a meia do RJ, não me perguntem o por quê, mas resolvi que ia fazer isso. Porém, devido aos excessos de treinos e meus "problemas ortopédicos", acabei numa fratura de stress na tíbia esquerda. Conclusão: fiquei de fora; foram 3 meses sem correr ou qualquer exercício de impacto. Três meses depois, 5 Kg acima do peso, com dores, com um baita medo de não conseguir voltar a correr e sem treinador (meu treinador tinha deixado o grupo), peguei um cartão da Adriana que tinha guardado há muito tempo e comecei a correr com o grupo no final de outubro.
No final do ano de 2008, a Adriana me fez o desafio de iniciar os treinos para meia maratona, aceitei com medo e escolhi a meia maratona em SP em março 2009 e sem deixar de pensar na meia do RJ.
Faz quase um ano que treino com a Adriana, foram 2 meias maratonas, abaixei meu tempo nos 10 KM em todas as provas que fiz, um pódio de 3º lugar na corrida do SESC, 1º lugar nos 5 km da UNICEP na minha categoria. Nesse período, emagreci 8 kg (já recuperei 3Kg em massa muscular) com a orientação de uma nutricionista. Resolvi meus problemas ortopédicos com palmilha e acompanhamento regular com fisioterapeuta, faço pilates voltado para a corrida, musculação voltada para corrida e natação, um esporte que nunca me chamou a atenção, mas foi meu refugio nos 3 meses parada.
Acabei adorando nadar, e com o descanso da meia do RJ, já comecei a intensificar os treinos, pensado nas maratonas aquáticas, travessias e duathlon.
Quanto a corrida, sei que a tendência é sempre mais, pois cada meta atingida me prepara para a próxima, sem medo, sem machucar, confiante que posso, confiante que meu corpo não tem limites e sempre posso superá-lo. Também, a mente não tem mais limites, provei que tenho paciência para conseguir chegar nas minhas metas, afinal correr quase 3 horas sozinha naquele treino de 26 KM, não basta apenas preparo físico, o preparo psicológico precisa caminhar junto.
Estou muito feliz com minha trajetória na R4H, quero agradecer a Adriana que entendeu o que eu queria e me estimulou a chegar lá, com um trabalho profissional que demorei para encontrar, mas agradeço por ter encontrado.
Não poderia deixar de agradecer outros amigos que me ajudam e me "consertam", torcem e vibram com minhas vitórias: Marita, nutricionista; Rogério, fisioterapeuta; Juca, fisioterapeuta da palmilha; Natalia, professora de pilates; Aline, professora de musculação e Marcio, professor de natação.
Dois momentos marcantes da meia do RJ:
1º) o orgulho do meu pai ao me me ver completando 21, 095 Km;
2ª) 2 atletas gordinhos, muito acima do peso e perto da linha de chegada, com quase 4 horas de provas. Tem maior prova de persistência do que isso? Fiquei emocionada.
Obrigada, Adriana, parabéns para toda equipe do RJ, somos vencedores e felizes por ter participado dessa festa.
Andrea Maziero, 40 anos, médica, mãe e corredora.

Maratona de São Paulo 2009, 31 de maio de 2009
Eu consegui! Completar 42.195 metros não foi fácil, mas tudo valeu a pena quando perto de cruzar a linha de chegada encontrei com a Drika, a Flávia (irmã da Dri), o Sérgio e a Helen. Pensei comigo mesmo, estou em casa novamente, agora posso relaxar.
Mas antes de contar o final, vou contar um pouco da minha história.
Tudo começou numa madrugada de agosto de 2008. Eu estava assistindo a final dos 50 metros livres de natação, e de brincadeira pensei comigo mesmo: - se o Cesar Cielo ganhar a medalha de ouro eu vou correr minha primeira maratona em 2009.
Eu não acreditava quando ele ganhou, saí correndo pela casa, acordei a Drika de tanto comemorar. Agora tinha um compromisso, terminar minha primeira maratona.
O INÍCIO
Dia primeiro de setembro de 2008 comecei minha planilha de 40 semanas para a maratona de São Paulo 2009, a primeira semana corri 3 vezes e um total de 28 km rodados. Foram dez meses de treinamento com a ajuda de muitas pessoas.
A Drika sempre me apoiando no que estava fazendo e me incentivando a continuar treinando e brigando comigo quando eu queria comer mais do que devia, afinal o peso do corpo conta muito em 42km de prova.
O GRANDE DIA
O grande dia chegou, estava preparado, não o ideal, estava feliz, tinha meus amigos me acompanhando até o km 25. Sérgio e Rafael se inscreveram na corrida de 25 km e tínhamos combinado de correr juntos. Eles foram fundamentais para que eu conseguisse completar a minha primeira maratona, muito obrigado.
A primeira parte da corrida tudo foi muito bem e passamos a meia-maratona para 1 hora e 59 minutos, um pouco acima do planejado de 1 hora e 55 minutos, mas estava muito feliz com nosso tempo.
Assim que o Sérgio e Rafa completaram os 25 km, estava por minha conta, sozinho, mas não solitário, eu tinha junto comigo todas as pessoas que me apoiaram para completar este desafio. Pode ter certeza que pensei em cada um, pois tive muito tempo para isso. Perto do km 30 comecei a pensar na chegada e em encontrar o pessoal me esperando, e comecei a chorar, então tive que mudar de plano, pois chorar no meio de uma corrida não ajuda a aumentar a desempenho.
Cheguei no km 32, com 3 horas e 4 minutos, estava feliz com meu tempo, e o cansaço começava a bater. As pernas estavam como uma pedra, a partir daquele momento começou uma guerra interna (minhas pernas querendo parar e minha cabeça que nunca iria desistir). Diminui a velocidade e comecei a fazer 6 min/km mas ainda na briga para terminar abaixo de 4 horas.
Então que chegou o km 38, passei pela placa de marcação e comecei a sentir uma dor muito forte no abdômen, tive que parar e caminhar. Pensei em até desistir, pois a dor só aumentava e não deixava eu respirar direito. Após dois minutos caminhando devagar a dor passou e voltei a correr, mas completei o km em 8 minutos.
Daí para frente, cada km ficou enorme, e terminar cada km foi uma vitória, e o que me motivava é que faltava muito pouco para chegar.
Guardaram todas as subidas da prova para os últimos 5 km, e cada subida eu tinha que caminhar senão a dor no abdômen voltava com força. Mas sempre na reta conseguia trotar apesar das pernas enrijecidas.
Quando cheguei na reta final que eu conseguia ver o Obelisco, já fiquei contente e comecei a procurar o pessoal. Quando encontrei eles falando meu nome queria ter forças para comemorar mais, estava muito feliz, mas não conseguia demonstrar todo meu entusiasmo interior.
Cruzei a linha de chegada com 4 horas e 14 minutos, catorze minutos além do previsto, mas não tinha previsto uma cãibra no abdômen. Chorei igual a uma criança que perde o pai no shopping e depois que o encontra transforma seu nervosismo em lágrimas. Tinha conseguido, tinha voltado para casa.
Encontrar com a Dri foi muita emoção, e encontrar com o pessoal na chegada foi outra emoção.
AGRADECIMENTOS
Conversando sobre a prova com o pessoal eu falei que tinha sido a pior e a melhor coisa que eu já fiz, e a Helen falou que esta frase deveria estar no relato, aí está, com certeza foi a pior e a melhor coisa que eu já fiz na minha vida.
Esta experiência é muito mais do que apenas uma experiência esportiva, é uma experiência de vida, pois você aprende que o seu limite sempre pode ser ultrapassado, e o que realmente importa na sua vida são as pessoas que se importam com você, pois sempre você terá o apoio delas, vencendo ou perdendo.
Quero agradecer a Ava, Aline, Adriana, Camilla, Daniel, Diego, Guilherme, Januário, Laís, Laura, Katherina, Priscila e Rafael que me presentearam com um tênis Mizuno Pro-Runner 11 no meu aniversário. Foi com ele que corri a maratona, valeu pessoal, este presente ficou na minha história.
Agradeço também ao Sérgio, Rafael e Paulo que sempre que puderam estiveram comigo em meus longões de sábado de manhã.
E ao pessoal da equipe R4H que sempre me incentivou.
Hoje, com certeza, estou diferente de ontem. Cresci e amadureci em 4 horas o que eu demoraria talvez anos para amadurecer.
Apesar de ser um esporte individual, esta vitória é coletiva, pois não teria conseguido sem a ajuda dos meus amigos.
OBRIGADO EQUIPE R4H!!!
Marcel Cerri, 29, engenheiro químico.

Quando foco um novo objetivo já sei que tenho pela frente muita coisa para ser superada; disposição e tempo para treinar, coragem, dores etc.
Cada nova planilha trás exigências que parecem intransponíveis. A impressão é de que alguns treinos foram digitados, pela Adriana, por engano.
Mas ai vem a superação. A cada semana vejo que estou ultrapassando as barreiras e os treinos de velocidade ( que para mim são os piores ) e os longões já não me assustam mais como quando imprimi a planilha, li e pendurei no quadro de avisos, no meu quarto.
O preparo para os meus primeiros 25 Km foram realmente levados à sério e com a ajuda de companheiros como Paulo, Marcel e Rafael, pareceu até fácil.
Muita poeira no Cerrado e na Pista da Saúde e muitas curvas no Cartódromo. Fui para a prova do dia 31 de maio, muito confiante e ter a companhia do Marcel, do Rafa e do amigo Sápo ( que não é da R4H ) foi fundamental. Tenho certeza que foi o companheirismo que nos ajudou a superar tudo.
Ao terminar os 25 Km, eu e o Rafa não acabamos, continuamos em pensamento, ao lado do Marcel até os últimos metros da Maratona e a emoção ao vê-lo chegar foi imensa. A Helen perguntou: " porque 25 Km ao invés de Meia Maratona?". Na hora eu não sabia o que responder e dei uma resposta boba, mas agora eu sei que foi para superar uma Meia Maratona e criar coragem para, quem sabe no próximo ano ir até o fim dos 42.195 metros.
Sérgio Wolf, 46, dentista e supervisor de odontologia do SESC São Carlos.

Um congresso de 13/10 a 16/10 e a oportunidade de visitar familiares no final de semana que antecede, determinaram meu destino nessas datas: Rio de Janeiro. Viagem marcada, passagem comprada. Eu já sabia que no dia 12/10 aconteceria a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro de 2008, não poderia deixar essa oportunidade passar - fiz a inscrição.
Infelizmente não deu para planejar os treinamentos. A meta inicial era completar a prova, independente do tempo. Avisei à Adriana que tinha me inscrito e ela me abriu aquele sorriso (que talvez ela nem saiba que é um dos meus grandes motivadores). Um misto de "eu confio em você", "eu desejo seu sucesso", "mas, você terá que se dedicar"! E eu sabia que por trás disso viria uma meta mais ambiciosa que a minha, mesmo estando a apenas 2 semanas da prova. Planejamos um treino longo que demorou a acontecer por causa de uma dor nas costas, mas completei. Uma hora e meia sem paradas e teste do carboidrato em gel que teria de consumir durante a corrida. Senti-me muito bem. Mas, sabíamos que era pouco.
Descansei dias antes, viajei, passeei, cuidei da alimentação, do sono. "O Rio de Janeiro continua lindo"! Recebi da Adriana o meu planejamento para a prova, quilômetro a quilômetro. Onde segurar, onde pegar mais pesado, onde consumir gel. A meta era de completar em 2h e 14 min e beber muita água.
E chegou o domingo. Acordei cedo, cheguei com antecedência ao local da largada. E aquele mundo de gente, gente de todos os lugares, faixas e mais faixas de todos os cantos do Brasil. O mar ao lado, sol, câmeras da Globo, helicópteros (não lembro de nenhum, mas devia ter e vai deixar o depoimento mais ilustrado...). Muito emocionante viver esse momento, jamais havia me imaginado ali, que bênção, Obrigada meu Deus!
A largada foi próxima ao horário das 9h e 15min, tava um calor... Mas que lugar lindo!
Os dois primeiros quilômetros eram de subida, até o quilômetro 5 só descida, o resto da prova era plano. Até o 11o Km estive dentro do planejamento, a partir dai baixei um pouco o ritmo. Onde passávamos tinha gente incentivando, aplaudindo. São Conrado, Leblon, Ipanema, Copacabana - onde me cumprimentaram meus familiares e amigos especiais. Um clima e uma energia indescritíveis.
Depois do km 15, o cansaço, o calor, a falta de água com freqüência, o gatorade compartilhado com suor, duas câimbras, começaram a me abater. Ai eu assumi a meta inicial de completar a prova, e segui aproveitando, caminhando e correndo, a paisagem da baía de Botafogo e do aterro do Flamengo... Mas que lugar lindo!
Por uma questão de honra apertei o passo do km 19 em diante e acabei os 21,097 km correndo, em 2h e 34min. E coitados dos meus netos, terão de escutar essa história repetidas vezes. Minha primeira Meia Maratona!
Como ainda não tenho netos, corri para o guarda-volumes para pegar o telefone e ligar para meus pais, os patrocinadores oficiais das minhas melhores ousadias. Eu estava realmente muito feliz, podre de suja, suor cristalizado misturado com gatorade, água, areia..., mas muito feliz!
Gostaria muito de ter cumprido o planejamento à risca, e somente isso diminuiu algum percentual do meu sorriso. Treinarei bastante para a próxima prova com essa distância. As metas, eu prefiro superá-las.
Que lugar lindo! Eu voltarei lá! E não quero mais ir só. Adriana pode organizar a excursão.
Não posso deixar de agradecer a força dos amigos desejando uma boa prova, o apoio da minha família e namorado, e principalmente de Adriana, Marcel e Laura pelas orientações e entusiasmo! Pensava em todos vocês a todo momento, não queria decepcioná-los.
Meu depoimento empolgado é de amadora mesmo, também por inexperiência, mas, sobretudo porque amo tudo o que faço.
PARABÉNS LARISSA, A R4H ASSESSORIA ESPORTIVA ORGULHA-SE DE VOCÊ. E QUE VENHAM OUTROS DESAFIOS.
Larissa Araújo, 26, engenheira.

"É com muita alegria e orgulho que venho parabenizar todos os que participaram da corrida de revezamento ontem no cartódromo da cidade!
Como treinadora e membro da equipe R4H, foi gratificante e emocionante ver cada aluno se superando e alcançando novas metas e conquistas.
Parabéns, alunos e grandes corredores da R4H!!!
Foi uma noite harmoniosa e aconchegante! A animação estava completa... sem contar o delicioso e saboroso açaí preparado especialmente para nós, geladinho para recarregar as energias!
É assim, através de conquistas e superações que vamos traçando nosso caminho de autênticos corredores!
E que venha o próximo desafio!
Estou orgulhosa de todos vocês!!
Um grande abraço,
Laura Franco de Freitas
Treinadora de corrida R4H.
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Equipe do R4H,
Parabéns pela organização do Treino Noturno.
Vocês são bárbaros!!!
CARLA CAVALHEIRO
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Olá equipe, parabéns pela organização do evento, estava ótimo!!!
As equipes também se esforçaram bastante. Todos estavam muito motivados. Foi um sucesso!
PAULO IEMMA
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Eu queria aproveitar para parabenizar a Run4health que, de certo modo, vi crescer... O grupo está cada dia melhor!! Ontem qdo saí da clínica não estava nem um pouco com vontade de correr, mas foi muito bom ter ido!! Cada dia supero meus desafios e isso graças a vc. Obrigada mesmo e parabéns mais uma vez!!!
CAMILA REZENDE
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Adriana e Laura,
PARABENS À VOCÊS DUAS!!!
Sem o trabalho e apoio de vocês nada adiantaria.
Bjo grande.
HALINE TERREZAN CARON
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Olá pessoal.
Parabéns à nossa R4H pelo delicioso evento, muito bem organizado e à todos pela coragem de enfrentar as adversidades climáticas. Isso reforça a minha teoria à respeito do "vício" da corrida. É tão boa a sensação após os treinos e competições que nosso organismo condiciona que CORRER É BOM! Que venha o próximo, logo!!!
SÉRGIO WOLF
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